Por Flávia Costa Araújo
A sexualidade ou sexo é um tema muito polêmico e discutido na sociedade e nas escolas e para a família, a escola, a religião, a ciência e o Governo é justificada de uma maneira universal relacionada com Deus ou a Natureza, onde a identidade de gênero é considerada natural o heterossexual. No entanto segundo Organização Mundial da Saúde, elaborando definições de saúde sexual, a sexualidade é influenciada por uma série de fatores como a biológica, social, cultural, ética, legal, histórica, religiosa, espiritual e etc.
São reconhecidos três tipos orientação sexual, heterossexual, homossexual e bissexual.
O Movimento homossexual brasileiro divide se em duas ondas, primeira no fim do militarismo no fim dos anos 70 ate anos 80 aliando ao movimento feminista e movimento negro, a segunda onda corresponde a chegada da epidemia da AIDS também na década de 1980. Nos ano de 1990 foram diferenciados os grupos gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais.
Para pessoas que ainda não aceitam as diferentes orientações sexuais é usado o termo homofóbico que significa “ termo usado para se referir ao desprezo e ao ódio às pessoas como orientação sexual diferente da heterossexual”. Segundo Livro Gênero e Diversidade na Escola (p. 112),
“São direitos que assegurarão aos indivíduos a liberdade e a autonomia nas escolhas sexuais, como a de exercer a orientação sexual sem sofrer discriminações ou violência”.
Para aceitação e combate à discriminação sexual de gênero o Movimento LGBT (gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais), vem conquistando seu espaço através de paradas que acontecem nas principais cidades de todos os estados e reivindicando o direito a livre expressão da sexualidade como direito humano.
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